Perguntas Freqüentes:

01 - Quanto custa fabricar um CD ou DVD?
Resposta: O custo de fabricação de CD/DVD depende do tipo, da quantidade e da configuração do produto final,  exemplo: Número de cores impressas no rótulo; tipo de estojo e base; medidas e número de cores do material gráfico. Solicitamos, portanto, que entre em contato conosco através do e-mail contato@millcd.com ou através do telefone (27) 3211-1465.

02 - Qual é a quantidade mínima para replicação de CDs e DVDs ?
Resposta: Nossa quantidade mínima é de 1.000 peças.

03 -  É possível solicitar 500 cópias de um título e 500 de outro título para compor o pedido mínimo de 1000 peças?
Resposta. A quantidade mínima é de 1000 peças por título.

04 - Qual o tempo e a quantidade de dados que cabem em um CD e em um DVD?
CD Áudio: É possível armazenar até 79,5 minutos. Porém, gravações com duração superior a 76 minutos tornam o disco menos resistente ao manuseio e, além disso, não se pode garantir a compatibilidade com todos os toca-discos existentes no mercado.
DVD:
No formato DVD 5 pode-se armazenar até 4,37 GB de dados;
No formato DVD 9, pode-se armazenar até 7,95 GB de dados;
No formato DVD 10, pode-se armazenar até 8,75 GB de dados;
No formato DVD 18, pode-se armazenar até 15,91 GB de dados. Porém, esse formato não se encontra comercialmente disponível.

05 - Quais as quantidades mínimas e máximas de cores que podem ser utilizadas nos rótulos e capas?
Resposta. De 01 a 06 cores.

06 - Qual  é a validade de um orçamento?
Resposta. O prazo de validade é de acordo com a promoção vigente.

07 - A Millenium desenvolve a arte gráfica para os produtos?
Resposta. Sim, entre outras áreas, contamos com uma equipe de designers para poder atendê-lo com rapidez e qualidade.

08 – O que é o ECAD?
Resposta: O ECAD é uma sociedade civil privada que tem por objetivo centralizar a arrecadação e a distribuição dos direitos autorais de execução pública musical.
É administrado por 12 associações de música e representa todos os titulares de obras musicais, como autores, intérpretes, produtores fonográficos, músicos e editores nacionais e estrangeiros filiados.
Foi instituído pela Lei Federal nº 5.988/73 e mantido nos moldes da atual Lei nº 9.610/98. É organizado pelas associações de autores e demais titulares filiados e representados para arrecadar e distribuir Direitos Autorais decorrentes da utilização pública de obras musicais ou lítero-musicais e de fonogramas, nacionais e estrangeiros, inclusive, através da radiodifusão e transmissão por qualquer modalidade, da exibição cinematográfica e por qualquer outro meio similar, em todo o território nacional.

09 – O que é MIXAGEM?
Resposta: Na mixagem faz-se principalmente: equalização (graves, médios, agudos), “regulagem" nos volumes de cada instrumento e voz e aplicação dos efeitos (reverb, delay, chorus etc.).
É claro que todas as fases do processo são importantes, mas talvez seja a mixagem a mais "difícil" de todas. É o momento de realçar o que mais agrada e omitir as partes que não julgar compatíveis com o resultado desejado.
Esteja atento a tudo, e lembre-se: uma mixagem ruim será sempre uma mixagem ruim. É fato que no processo seguinte (masterização) pode-se tentar esconder alguns problemas, mas não conte com isso!

10 – O que é MASTERIZAÇÃO?
Resposta: Muitas pessoas não entendem o que é o processo de masterização ou pós-produção, e o vêem como um gasto desnecessário. Após terem levado meses de trabalho num projeto, é comum terem dificuldade em entender como isso possa melhorar o produto final. Afinal de contas, se a mixagem não estava boa não deveria ter saído do estúdio!
Basicamente, a masterização acontece após a gravação ter sido mixada, e antes da fabricação do CD. Ou seja, é a última etapa criativa do projeto, mas também é a primeira etapa no processo de fabricação. Todo lançamento de uma grande gravadora é masterizado para prepará-lo para a execução em rádio e venda ao público. A razão? Um bom engenheiro de masterização pode colocar todo o trabalho em perspectiva, equilibrando sutilmente a conexão entre as faixas, mantendo o foco no projeto como um todo.
No estúdio, o artista grava uma música de cada vez, o que pode resultar em níveis e equalizações diferentes para cada uma. O engenheiro de masterização procura uniformizar o projeto com o uso hábil da equalização, compressão e outros recursos, de forma a manter o som consistente de uma faixa para outra, e também garantir o resultado desejado num equipamento de áudio stéreo comum. Esse processo de masterização também permite ao engenheiro aumentar o nível global do trabalho, de forma a deixá-lo tão bom quanto as gravações dos melhores selos.
A masterização também pode ser útil para corrigir problemas como "pops", defasagens e ruído em geral, mas a principal vantagem da pós-produção é a avaliação imparcial de um profissional que pode assim determinar se a qualidade do trabalho está boa ou não.
Masterização, também, significa a transformação de músicas (ex.: a gravação que está estocada no seu disco de vinil ou rolo para um CD). Na nossa masterização, a música proveniente do vinil do cliente, fita K-7 ou rolo, passa por um moderno tratamento feito por filtros digitais, proporcionando uma melhor qualidade de áudio no produto final. Após a masterização, fazemos a passagem da música tratada para um CD.
Um trabalho de Masterização apóia-se em três pilares fundamentais:

  1. Sensibilidade sonora do engenheiro;
  2. Técnicas avançadas de masterização;
  3. Equipamentos de altíssima qualidade de reprodução sonora.

11 – O que é ISRC?
Resposta:

ISRC = CÓDIGO INTERNACIONAL DE NORMATIZAÇÃO DE GRAVAÇÕES

Desenvolvido pela Organização Internacional de Normatização (ISO), federação mundial de órgãos nacionais de normatização, o ISRC tem o objetivo de identificar as gravações sonoras e audiovisuais, tornando-se um sistema único e internacional, que coexiste com outros meios que formam parte do sistema CIS (Common Information System), que a nível mundial vem desenvolvendo a codificação de obras musicais, obras audiovisuais, livros, etc.
No Brasil, foi regulamentado através do Decreto nº 4.533, de 19 de dezembro de 2002.
Atribuído a uma gravação pelo primeiro titular dos direitos sobre ela, identificando-o durante toda a sua vida, deve ser utilizado pelos produtores de fonogramas e de vídeos musicais, como também pelas organizações de direitos intelectuais, as radioemissoras, bibliotecas, etc.
O ISRC se compõe de doze dígitos que indicam: o país (2 dígitos), o primeiro Titular (3 dígitos), o ano de referência (2 dígitos) e o seqüencial identificando a gravação (5 dígitos). O ISRC é alfa numérico, utilizando números arábicos (0-9) e letras do alfabeto romano.

12 – Quais são os benefícios do ISRC?
Resposta:

1. Cada vez que uma música é executada, a leitura do código ISRC permite reconhecer os titulares e as percentagens correspondentes de seus direitos. Essa leitura se realiza por meio dos equipamentos de hardware, facilitando o controle das gravações protegidas e das obras também protegidas.
2. Facilita a distribuição e arrecadação de direitos (por execução pública e cópia privada).
3. Ajuda a combater a pirataria, pois a atribuição do código implica na inserção de uma marca digital no fonograma.
4. Tem fácil implementação e baixo custo, pois não requer investimentos especiais em equipamentos ou tecnologias específicas. Basta que as companhias fonográficas considerem a existência de uma estrutura capaz de lidar com a administração do ISRC.
5. Os benefícios para os meios de comunicação são:

  1. Os radiodifusores poderão automatizar a contagem e controle de gravações utilizadas, poupando esforços e investimentos em tempo e pessoal, evitando os demorados e custosos processos de controle existentes;
  2. Com o ISRC se obterá um sistema uniforme para controlar os produtos musicais nos acervos dos meios;
  3. Os radiodifusores poderão utilizar os números ISRC para identificar os seus próprios programas musicais na arrecadação de receitas por execução.

13 – O que é MP3?
Resposta: MP3 é um tipo de arquivo destinado a armazenagem de sons, que se caracteriza pela sua alta qualidade e alta capacidade de compactação (cerca de 1 Mb por minuto).

14 – Ouvi falar que MP3 é ilegal. É verdade?
Resposta: Não, o MP3 é apenas um formato de arquivo. Porém, seu uso pode ser legal ou ilegal. Nosso site tem autorização dos artistas para divulgar os arquivos MP3 presentes aqui. Você pode fazer o download deles para o seu computador e ouvi-los à vontade. O ilegal é fazer arquivos MP3 a partir de CDs e distribuí-los sem permissão dos detentores dos direitos autorais.

15 – O que é SAMPLER?
Resposta: Popularizados no meio musical a partir do início dos anos 80, os samplers, hoje obrigatórios em todos os estúdios profissionais, despertaram a princípio o desdém de muitos compositores, arranjadores e instrumentistas. Gravar sons dos instrumentos tradicionais para depois serem tocados por teclados eletrônicos chegou a parecer anti-musical para cultores de diversos gêneros. Na verdade, ainda há quem discuta a importância do sampler. Enquanto isso, o mais versátil instrumento já inventado vem promovendo, não uma, mas várias revoluções nesta fase tão turbulenta da história da música.
Capaz de reproduzir qualquer som com absoluta fidelidade e respeitando a dinâmica dos instrumentos em suas sutilezas, o sampler pode ser tocado por um instrumento controlador MIDI ou ainda por um seqüenciador. Você pode tanto imitar o som de seu instrumento acústico sampleando nota por nota quanto criar um loop ou ostinato repetindo um trecho quantas vezes quiser. Diversos gêneros musicais, como o rap e o techno se desenvolveram a partir desses loops eletrônicos. A música eletroacústica, importante tendência erudita, como também diversos jazzistas, reconheceram e adotaram o instrumento, explorando sua infinita riqueza timbrística e expressiva e elevando-o à categoria que merece.
O sampler não é um mero imitador de instrumentos. Com ele, você pode criar as mais originais sonoridades, já que o som digitalizado (gravado) por ele pode ser editado como fazemos num sintetizador. A diferença é que o sintetizador edita sons gerados internamente e o sampler o faz com sons que gravamos. Não por acaso, a maioria dos sintetizadores do mercado usa como matéria prima amostra sonora sampleada. Conhecida como sample playback, essa síntese permite o acesso de uma maior quantidade de músicos e home studios ao vasto universo de sonoridades digitais. Com um sintetizador sample player, dispomos de um grande número de sons de instrumentos “reais” que foram gravados pelo fabricante, mas não podemos samplear novos sons. O sampler, um pouco mais caro que os sintetizadores, permite ao arranjador a escolha de qualquer som para seu trabalho.
Os samplers vêm geralmente em rack ou teclado, podendo conter drive de disquete, HD, CD-ROM, Zip-Drive, memória, igual a um computador. Agora vêm surgindo os softwares que transformam seu próprio PC num sampler. Os sons utilizados podem ser obtidos por você, gravando-os no HD de seu sampler, ou através de amostras obtidas no mercado. Diversos fabricantes de CDs de áudio com loops para serem sampleados e de CD-ROM com amostras prontas nos diversos formatos (Akai, E-Mu, Roland, Wav. e outros) oferecem milhares de sons e loops para usuários de todos os gostos. É escolher o som e tocar.
Os detalhes expressivos da maioria dos instrumentos acústicos e elétricos garantem vida eterna para eles. Ninguém em sã consciência pretende substituí-los. Os bons instrumentistas sempre serão requisitados nas gravações e performances. As conquistas obtidas com a entrada do sampler no mercado são as novas formas de expressão musical, o salto na qualidade do som gravado e uma maior democratização da produção musical, já que mais produtoras e home-stúdios vêm tendo acesso a todo tipo de timbre, o que barateia o custo dos projetos.

16 – O que é CÓDIGO DE BARRAS?
Resposta: Código de barras é uma representação gráfica de dados que podem ser numéricos ou alfas-numéricos dependendo do tipo de código de barras empregado.
As linhas paralelas e verticais escuras e os espaços entre elas têm diferentes larguras em função das várias técnicas de codificação de dados empregada. A decodificação dos dados representados é realizada por um equipamento chamado "scanner", dotado de uma fonte luminosa vermelha, que por contraste das barras e seus espaços convertem a representação gráfica em "bits" (seqüências de 0 ou 1), compreendidos pelo computador, que por sua vez converte-os em letras ou números legíveis para nós. O código mais conhecido é aquele adotado para impressão nas embalagens de produtos lidos em caixas do comércio.
O código EAN/UPC é um sistema internacional de identificação que auxilia na identificação inequívoca de um item a ser vendido, movimentado e armazenado. Os números representados em barras identificam o país emissor do código, a empresa proprietária do produto e dispõe entre 4 ou 5 dígitos para identificar o produto dentre seus outros produtos, sendo o último um dígito verificador que auxilia na segurança da leitura e decodificação do código de barras que ao final totaliza 12 ou 13 dígitos. Existe para produtos pequenos o EAN 8 dígitos que segue regra individualizada de identificação.

 


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